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Governo sofre reprovação na área da educação

200 dias de governo Bolsonaro

O governo atual passou por uma reprovação de acordo com uma pesquisa feita por um portal de comunicação, os dados apontam que 58% das pessoas que foram questionadas sobre as políticas de educação, não estão satisfeitas, e 15% aprovam a atuação do governo na área da educação. E ainda, para 60%, a qualidade da educação brasileira está na fase de ‘ruim’ ou ‘péssima’. Apenas para 10%, a educação é considerada boa ou regular.

O levantamento foi feito em junho deste ano, pela organização Todos Pela Educação e pelo grupo Ideia Big Data, a pesquisa têm abrangência nacional e possui uma margem de erro de 3,15% para mais ou para menos.

Os dados apontam ainda que as propostas que estiveram em pauta nos primeiros meses de gestão do atual governo, são prioridade para a minoria dos entrevistados. Atitudes como filmar o professor em sala de aula, evitar “doutrinação”, focar em educação domiciliar e ampliar escolas militares é importante apenas para 6%.

A maioria das pessoas que responderam a pesquisa, 52%, acham que a prioridade do governo Bolsonaro deveria ser ampliar vagas em creches, combater o analfabetismo, e ainda, melhorar o salário e o trabalho dos professores. 

O que chama atenção é que a regulamentação do ensino domiciliar era uma das metas prioritárias, ou seja, para os primeiro 100 dias, do governo Bolsonaro. Após 200 dias de regência do governo, o projeto de lei ainda precisa ser tramitado no Congresso para poder entrar em vigor.

“Se olharmos bem, as medidas até então destacadas pelo governo impactam uma parte muito pequenas dos 48 milhões de estudantes da Educação Básica”, diz Priscilla Cruz, presidente-executiva do Todos pela Educação.

Entre os que reprovam a atuação do governo na área, 38% consideraram as condutas ruins e 20% as consideraram péssimas. Entre os que aprovam, 10% acharam que elas são boas e 5%, que são ótimas. Outros 20% consideraram as ações regulares e 7% disseram não sabem ou não responderam.

Confira abaixo os dados por item:

  • Ampliar vagas em creche e melhorar a qualidade: 22%
  • Combater o analfabetismo: 15%
  • Melhorar os salários e o trabalho dos professores: 15%
  • Melhorar o Ensino Médio do país: 9%
  • Ampliar o tempo que os alunos passam na escola: 7%
  • Melhorar a formação dos professores: 7%
  • Melhorar a infraestrutura das escolas: 7%
  • Investir mais recursos na educação básica: 6%
  • Ampliar o número de escolas militares no país: 4%
  • Melhorar a gestão de recursos para a educação básica: 4%
  • Educação domiciliar: 2%
  • Trabalhar para acabar com a doutrinação na sala de aula: 1%
  • Incentivar os alunos a filmarem seus professores: 1%

Fonte (G1)

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