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Alfabetização com nova política

Política Nacional de Alfabetização

O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta quinta-feira (15) um caderno com orientações sobre a nova política de alfabetização lançada pelo governo atual. O material explicativo é a primeira ação após a publicação de um decreto que instituiu o projeto, há cerca de quatro meses, porém não há detalhes sobre como acontecerá a implementação nas redes de ensino.


O encontro aconteceu sem a participação das lideranças da Undime, órgão que representa as secretarias municipais de educação, uma vez que, desde o dia 13, ocorre na Bahia o Fórum Nacional da Undime. As secretarias municipais de educação concentram as matrículas da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, foco das ações de alfabetização.


A Alfabetização foi apresentada como a prioridade nº 1 da gestão Bolsonaro, na área da educação. Até agora, a pasta só havia publicado um decreto, o MEC chegou a apresentar, em julho, um planejamento para a educação básica brasileira, com o anúncio de retomada de investimentos em programas, sem citar ações da alfabetização.


A pasta não tem um orçamento para implementar a nova política, que será por adesão das redes de ensino. “O sucesso de sua implementação vai depender do empenho e adesão de estados e municípios”, informou o Ministério da Educação.


O ministro Abraham Weintraub, disse que a PNA (Política Nacional de Alfabetização) representa “um ponto de inflexão na educação básica brasileira” por incentivar uma abordagem científica do tema.
A nova política do governo Bolsonaro mantém um foco no chamado método fônico. Especialistas e secretários de educação defendem que o MEC não deveria impor uma única pedagogia e condicionar sua adoção à assistência federal. Ainda existem discussões sobre a necessidade de conciliar diferentes metodologias de ensino e respeitar a autonomia das redes.


“A ciência cognitiva de leitura apresenta um conjunto vigoroso de evidências sobre com as pessoas aprendem a ler e a escrever e indica os caminhos mais eficazes para o ensino de leitura e da escrita”, diz texto de apresentação do caderno do decreto da PNA, assinado por Carlos Nadalim, secretário da Alfabetização.

(Fonte Uol – Folha de São Paulo)

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