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EaD (Educação a Distância) aumenta no ProUni

EAD

Os futuros professores do Brasil estão recorrendo cada vez mais a bolsas de estudo para a educação a distância (EaD) para conseguirem se tornar docentes. Em oito anos, cresceu 53% o total de bolsas concedidas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) para calouros de cursos voltados à docência, como pedagogia e outras licenciaturas.

O índice é puxado principalmente pela educação a distância (EaD), opção de 67% dos calouros destas áreas, em 2018. No entanto, a maior parte destes alunos (58,5%) está em cursos com baixo índice de avaliação.

Os dados fazem parte do relatório “Expansão do ProUni EAD na Formação Inicial do Docente”, feito pelo Movimento Todos Pela Educação com dados do governo. O ProUni foi criado em 2004 para dar bolsas de estudos a estudantes de graduação em instituições privadas de ensino superior.

Já em outra modalidade de apoio mantida pelo MEC, o Financiamento Estudantil (Fies), tem caído no mesmo período. Ele oferece financiamento das mensalidades, mediante juros, e é voltado a cursos presenciais.

“O ato de ensinar precisa de observações reais, de práticas de ensino, de discussões sobre como ensinar. Não se forma um bom professor em curso teórico e a distância. Em relação às bolsas do ProUni, é fundamental que elas sejam voltadas a cursos presenciais e de alta qualidade”, afirma Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

O Ministério da Educação, no entanto, afirmou que a lei do ProUni obriga a instituição de ensino a “conceder bolsas em todos os seus cursos/turnos” e, como houve expansão nas vagas de EAD, “isso se reflete no ProUni”.

Além disso, o MEC lembrou que os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) em 2018 mostram que “não houve queda na qualidade da educação nos cursos de Ensino a Distância”.

Em 2018, 16,2% dos bolsistas do ProUni eram de cursos voltados à formação de professores, o que representa 26,9 mil bolsas – 53% a mais do que em 2010, quando eram 17,6 mil.

Já entre os financiados pelo Fies, 3,4% dos universitários que queriam se tornar professores recorreram a esta modalidade em 2018, ou 2 mil pessoas.

Fonte G1

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