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Universidades com novidades no ‘Future-se’

universidades com novidades

O programa ‘Future-se’, do Ministério da Educação (MEC), permite que as universidades e institutos federais que firmem parcerias com Organizações Sociais (OSs) para gerir as instituições de ensino.

O ministro da Educação afirmou em uma entrevista que as Organizações Sociais poderão contratar professores via CLT no mesmo modelo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que gerencia os hospitais universitários.

“Quem hoje é professor, para quem hoje está concursado, nada muda. Continua concursado, continua mantido, continua absolutamente como está. Quero trazer um professor de Harvard para dar aula durante um tempo. A OS permite fazer isso. Quero contratar uma pessoa via CLT. A OS permite fazer isso, como o modelo da Ebserh permite fazer isso. Mas o modelo da Ebserh não transforma o funcionário em um funcionário da iniciativa privada. É simplesmente o modelo da contratação.”, disse Weintraub.

VISÃO DA UFMG SOBRE O FUTURE-SE

A Universidade Federal de Minas Gerais, criou um grupo para analisar o programa ‘Future-se’, que foi anunciado na semana passada pelo governo federal.O ministério da Educação diz que a ideia da proposta é ampliar a autonomia financeira das universidades e institutos federais, mas muitos reitores estão receosos. 

“Nossa preocupação é com o presente, 30% do nosso orçamento foi cortado. Foi um bloqueio que não foi modificado até agora. Claro que temos que pensar no futuro, mas é importante o desbloqueio do orçamento para que nós possamos terminar o ano, fazer a gestão e que esse projeto não seja substitutivo, mas complementar, suplementar. E isso nós esperamos que seja dessa forma, mas há uma apreensão diante do que temos até agora”, disse a reitora da UFMG Sandra Regina.

Segundo a visão da diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudia Costin, não existe modelo de universidade pública bancada, exclusivamente, por iniciativa privada.

“A ideia de ter uma organização social (OSs) pode funcionar, uma vez que a Constituição Federal autoriza que serviços que demandam agilidade e investimento, como orquestras, museus e hospitais, por exemplo, possam ter apoio dessas organizações. Alguns elementos do programa vão na direção correta”, afirmou Cláudia Costin.

(Fontes: Exame, G1, O Antagonista).

Confira na íntegra as propostas do ‘Future-se’: https://www.2em1consultoria.com.br/future-se/

A 2 em 1 comunicação e educação continuará acompanhando os processos que forem sendo desenvolvidos com o tempo, no programa ‘Future-se’. Acompanhe também em nosso instagram e no facebook mais informações sobre a nova proposta do Ministério da Educação.

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