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Future-se: Para revolucionar é preciso despertar

Future-se está sendo desenvolvido pelo MEC

O Future-se é um programa desenvolvido pelo MEC, para ampliar a parte financeira das universidades e dos institutos federais, por meio de estimulação à captação de recursos próprios e da autorização para estabelecer com uma Organização Social.

O programa ‘Future-se’ é dividido em três eixos:

Eixo 1: Gestão, governança e empreendedorismo.

Ele cria ferramentas para ajudar na melhoria das ações de gestão, apoiam o empreendedorismo e aperfeiçoa a governança nas IFEs.

Esse eixo propõe a sustentabilidade financeira; propõe o Centro de serviços compartilhados; tem a ideia da Transparência e Ouvidoria; os Códigos de auto regulação; a Gestão imobiliária; o Endowment Funds, que é a viabilização dos fundos patrimoniais; Sociedade de propósito específico; Naming rights em campi e edifícios; e a parte de ação e cultura.

Eixo 2:  Pesquisa e inovação.

O eixo 2 do programa visa a criação de um ecossistema suficientemente forte nas IFES, para que as mesmas trabalhem com um foco maior em inovação e com parcerias com empresas. As ações propostas nesse eixo são para criar condições para a realização da implementação do novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação. Alguns tópicos são: a Consolidação dos Parques Tecnológicos; a Modernização; Parcerias; Pesquisas e Patentes e Premiação dos principais projetos inovadores.

Eixo 3: Internacionalização.

O último eixo do programa tem como objetivo promover as IFES brasileiras no exterior, visando a elevação em rankings e índices internacionais, como por exemplo, o Times Higher Education e o Web Of Science. Algumas especificações desse eixo são: Universidades Irmãs; Revalidação de Títulos e Diplomas; Plataformas Tecnológicas; Idiomas; Professores Renomados e Intercâmbio de Atletas.

A Fonte de Recursos para tal estratégia é baseado em Patrimônios da União, somando o total de R$ 50 bilhões; Fundos Constitucionais, com o total de R$ 33 bilhões; Leis de incentivos fiscais e depósitos à vista, que somam R$ 17,7 bilhões; Recursos da cultura, com R$ 1,2 bilhão; e a utilização econômica do espaço público, fundos patrimoniais, equivalente a R$ 0,7 bilhão. Ao somar tais recursos, o programa tem um fundo total de R$ 102,6 bilhões.

Já prevendo o resultado positivo do programa ‘Future-se’, teria uma redução de gastos com água e esgoto na Universidade Federal de Lavras (UFLA), será 700 mil litros de água tratada e reutilizada por dia, que representa 80% do consumo. O resíduo sólido utilizado em pesquisas agrícolas, o biogás do tratamento pode ser utilizado como fonte de energia alternativa para operar o sistema. Outro resultado é que a UFLA por ser autossuficiente em produção de água e por tratar 100% do esgoto, teria uma economia anual de R$ 5.201.250,00

A redução do gasto com energia elétrica seria outro benefício. O Instituto Federal do Sul de Minas gera energia suficiente para abastecer a reitoria e mais 70% do campus, o custo da usina é de R$ 467.438,00. A economia anual projetada é de R$ 615.000,00.

Uma outra vantagem seria o lucro de R$ 56.235.469,13 em recursos captados por parcerias com empresas.

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Clicia Santos

 

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