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Ministro fala de metas na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados

Weintraub defende ampliar recursos para o Fundeb, mas diz ser preciso cobrar metas

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, defendeu nesta terça-feira, 22 de maio, ampliar verbas para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para ele, porém, é preciso cobrar metas para a boa aplicação dos recursos.

“A questão do Fundeb é muito importante, a gente está trabalhando numa proposta que melhore o Fundeb. Sou a favor de aumentar os recursos, mas sou a favor também de cobrar algumas metas”, disse.

A declaração foi dada na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

A principal diretriz da atual gestão do Ministério da Educação (MEC) é o foco na educação básica, com aprimoramento do Fundeb.

As outras são:

  • MEC como indutor da política de educação nacional;
  • gestão técnica orientada à entrega de resultados;
  • construção de um sistema de educação nacional orientado pelo mérito e para o mérito;
  • mais Brasil, menos Brasília;
  • fixação de incentivos para a adoção das melhores práticas nacionais e internacionais de gestão da educação;
  • disciplina, ordem e respeito em todos os espaços da educação, públicos e privados;
  • autonomia financeira às universidades;
  • respeito à liberdade e à diversidade do pensamento;
  • investimento em capital humano para aumentar a competitividade da economia brasileira.

Tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 15, de 2015. O texto visa tornar o Fundo permanente — hoje ele tem um prazo estabelecido, que vai até o ano que vem.

Abraham Weintraub critica política do Fies e destaca inadimplência de 47% dos estudantes

A política do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) é equivocada. A visão é do ministro da Educação, Abraham Weintraub, por conta da alta taxa de inadimplência: quase metade dos estudantes que ainda estão nas universidades.

“Quando você tem uma política em que (quase) 50% das pessoas que ainda estão na faculdade estão inadimplentes, a política está equivocada. A inadimplência acontece nos EUA, no Canadá, mas é inferior a 20% e depois que a pessoa sai da faculdade”, disse nesta quarta-feira, 22 de maio, em apresentação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

O total de endividados pelo Fies em 2019 é de 522.414 estudantes, ou seja, 47,7% de um total de 1.096.328.

Não houve contingenciamento para hospitais universitários, afirma Abraham Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta quarta-feira, 22 de maio, na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, que não houve contingenciamento nos hospitais universitários.

“Não houve corte. Para os hospitais universitários não teve nenhum centavo de contingenciamento”, disse o ministro. “Não é verdade que os hospitais tiveram corte de 100% como publicaram por aí”, afirmou.

Trata-se da terceira ida ao Congresso Nacional de Weintraub para explicar a situação da pasta e o porquê do contingenciamento. Ele esteve na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado e no plenário da Câmara.

O orçamento do Ministério da Educação (MEC) para 2019 é de R$ 149,7 bilhões. O total contingenciado é de R$ 5,8 bilhões — ou 3,9% do total.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC.

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