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Novo Mais Educação em questão no MEC

Novo mais educação

O Ministério da Educação anunciou que visa acabar com o principal programa de ensino em tempo integral da pasta, o Novo Mais Educação, que foi criado no governo Lula, mas já havia sofrido mudanças na gestão de Michel Temer.


No lugar da ideia, passará a dar bônus na avaliação de universidades que cederem espaços ociosos para alunos do ensino básico estudarem no contra turno.

O Inep (Instituto de pesquisa que é ligado ao MEC), já está mapeando as faculdades com laboratórios e outras instalações disponíveis, segundo o presidente do órgão, Alexandre Ribeiro Pereira Lopes.


O passo inicial valeria tanto para universidades públicas como para particulares. As que aceitarem ceder a capacidade ociosa para alunos do ensino básico estudarem, receberão o que ele chamou de “bônus regulatório”, ou seja, uma espécie de nota extra nas avaliações do ensino superior.


A iniciativa vai substituir o Novo Mais Educação, programa que financiava o tempo integral em escolas municipais e estaduais, principalmente com atividades de português e matemática. Mesmo o ensino integral sendo uma promessa do governo de Jair Bolsonaro, o mesmo sofreu um esvaziamento na gestão do atual presidente.


A intenção do Ministério da Educação de acabar com o Novo Mais Educação foi anunciada pelo secretário de Educação Básica do MEC, Janio Carlos Macedo, nesta quarta-feira (14) durante o Fórum da Undime, entidade que reúne secretários municipais de todo o país.


O anúncio vai contra o Compromisso Pela Educação Básica, que foi formalizado pelo MEC em junho deste ano. A divulgação feita pelo Ministério fala em “revitalizar o programa Novo Mais Educação”.
Ao se pronunciar, Macedo afirmou que o programa deve ser descontinuado e mencionou um projeto-piloto para aumentar a carga horária em escolas de ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, de quatro para cinco horas diárias. Ele não disse quantas unidades seriam contempladas.


Prometeu também a construção de uma proposta de tempo integral para o ensino médio, com sete horas diárias, mas também não informou o número de colégios.


“Da forma como está, nós simplesmente negociamos com as prefeituras a contratação de alguém para dar formação complementar ao estudante. Como eu asseguro que ele está tendo a educação adequada?”, disse Macedo.

(Fonte Uol – Folha de São Paulo)

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