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Protestos desta terça-feira no país

protestos no Brasil

Algumas cidades brasileiras registraram, na manhã desta terça-feira (13), atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência. Até por volta de 16h30, 47 cidades de 17 estados e do Distrito Federal haviam tido protestos pacíficos.

Desde o mês de maio, após o governo atual anunciar cortes na educação, esta é a terceira mobilização nacional em defesa do setor. O primeiro ato de protesto aconteceu no dia 15 de maio em ao menos 222 cidades de todos os estados do DF. O segundo ocorreu em 30 de maio, em pelo menos 136 cidades de 25 estados e da capital federal.

Os atos de protesto deste terça-feira foram convocados por entidades estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

A pauta contra a reforma da Previdência tem sido recorrente em atos que envolvem críticas ao governo de Jair Bolsonaro. A proposta de emenda à Constituição que muda as regras da Previdência foi enviada pelo Executivo ao Congresso. O texto da proposta já foi aprovado em dois turnos na Câmara e agora está sendo discutido pelo Senado federal.

No DF, professores, estudantes e lideranças indígenas de todo o país se reuniram na Esplanada dos Ministérios, área central de Brasília, para protestar contra os cortes da educação e contra a reforma da Previdência. Mais cedo, manifestantes fecharam três faixas da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) com pneus em chamas, o que causou engarrafamento antes das 7h.

Na capital do estado de São Paulo, professores, estudantes e representantes de centrais sindicais de todo o país promovem ato na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Convocados por entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), eles se posicionam contra os cortes da educação e contra a reforma da Previdência. Os manifestantes se reuniram no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Às 16h, fecharam a pista da Avenida Paulista no sentido Consolação.

Em Piracicaba, no interior do estado de São Paulo, um grupo de estudantes da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) realizou uma passeata pelas ruas da cidade. Em São Carlos, estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) saíram em passeata com faixas e cartazes. Também houve atos em Campinas, Sorocaba e Salto.

No Centro de Salvador, professores, estudantes, centrais sindicais e sociedade civil organizada realizaram ato nesta manhã. A concentração começou por volta das 9h no Largo do Campo Grande e seguiu em direção à praça Castro Alves. Também houve protesto em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros da capital.

No Ceará, já de manhã havia protestos em Fortaleza e em cidades do interior. Na capital, manifestantes se concentraram desde as 8h em frente à Praça da Gentilândia, no Bairro Benfica, com faixas e carro de som para dizer palavras de ordem contra o governo federal e contra a reforma da Previdência. Também houve atos nas cidades de Cascavel, na Região Metropolitana, e em Sobral, Jaguaribara, Itapipoca e Iguatu, no interior do estado.

Em Recife, estudantes, integrantes de movimentos sociais e representantes de sindicatos se reuniram na parte da tarde para protestar contra bloqueios das verbas para as universidades federais, determinados pelo Ministério da Educação (MEC). Os manifestantes também se mobilizaram para criticar a reforma da Previdência.

No Centro de Teresina, nesta manhã havia três protestos contra a proposta de reforma da Previdência e contra os cortes do governo federal na educação.

(Fonte G1)

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